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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Melhores e os piores juros no crédito consignado

O crédito consignado é uma das modalidades de crédito mais baratas em nosso País, uma vez que a garantia do empréstimo é o próprio salário do devedor. A parcela do empréstimo é debitada diretamente no contra cheque de pagamento, o que garante que o banco vai receber sua parte assim que o dinheiro dos proventos creditarem na conta.


Os juros podem variar, de acordo com o tipo de pagamento. Existem linhas voltadas para servidores públicos, que têm estabilidade no emprego, para aposentados e pensionistas do INSS, que recebem sua remuneração religiosamente todos os meses, e para empregados de empresas privadas que tenham convênio com a instituição financeira.

Veja na lista a seguir quais bancos, dentre os grandes, cobram as maiores e as menores taxas de juros médias para as diferentes linhas de crédito consignado, de acordo com as informações fornecidas pelos próprios bancos ao Banco Central:

Crédito Consignado para aposentados e pensionistas do INSS

Banco
Taxa de juro ao mês (%)
Taxa de juro ao ano (%)
Caixa Econômica Federal
1,77%
23,41%
Banco do Brasil
1,95%
26,05%
HSBC
2,05%
27,60%
Bradesco
2,12%
28,55%
Itaú Unibanco
2,12%
28,59%
Santander
2,15%
29,07%


Fonte: Banco Central
Período: 19/03/2014 a 25/03/2014

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Banco BMG S/A é condenado a pagar indenização a aposentado

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) manteve sentença que condenou o Banco BMG S/A a pagar R$ 7 mil de danos morais para aposentado vítima de fraude. A decisão teve a relatoria do desembargador Washington Luis Bezerra de Araújo.


Segundo os autos, ele recebe mensalmente benefício no valor de R$ 1.864,00. Em abril de 2010, descobriu que estavam sendo descontados R$ 539,41 e R$ 18 por mês, referente a dois empréstimos que jamais havia firmado com o Banco BMG e a BV Financeira. Entrou em contato com as instituições, mas o problema não foi resolvido.


Sentindo-se prejudicado, ingressou na Justiça, com pedido de antecipação de tutela, requerendo a suspensão dos descontos mensais, sob pena de multa diária de R$ 500,00. No mérito, pleiteou o ressarcimento em dobro do prejuízo sofridoe reparação moral.


O Juízo da Vara Única da Comarca de Chorozinho, distante 64 km de Fortaleza, concedeu a tutela antecipada. Em contestação, as empresas alegaram que a relação jurídica entre as partes se deu por meio de comparecimento espontâneo do aposentado. Defenderam que todos os documentos necessários para celebração do contrato foram apresentados.


Em fevereiro de 2011, o mesmo Juízo condenou as instituições à repetição de indébito, cujo valor será apurado na fase de liquidação de sentença. Também determinou que o Banco BMG pague R$ 7 mil e a BV Financeira, R$ 5 mil, a título de danos morais.


Irresignado, o BMG interpôs apelação (nº 0002174-81.2010.8.06.0068) no TJCE, objetivando reformar a decisão. Sustentou que a instituição não pode ser responsabilizada, caso o aposentado tenha sido vítima de fraude. Disse que toda a documentação foi checada e aparentemente não havia falhas. Já a BV Financeira realizou o depósito judicial da condenação imposta.


Ao julgar o caso nessa segunda-feira (31/03), a 3ª Câmara Cível negou provimento ao recurso, mantendo a decisão de 1º Grau. “Depreende-se da documentação acostada aos autos que as informações inseridas nos contratos revelam dissonância com os reais dados do promovente, em especial seu endereço, o nome de seu pai e a data de emissão de sua CNH, sendo certo que a instituição financeira não se cercou dos devidos cuidados ao celebrar o contrato”, disse o relator.


Considerou também que “a própria instituição financeira recorrente reconhece a existência de fraude, o que a levou a providenciar o cancelamento do malsinado instrumento contratual”.

Fonte: TJCE

domingo, 6 de abril de 2014

Gol é condenada por racismo após atendente falar ..tinha que ser preto mesmo..

O passageiro ia para o funeral de sua mãe, no Recife, ocorre que não conseguiu comprovar transação feita pelo cartão de crédito

A companhia aérea +GOL Linhas Aéreas Inteligentes  foi condenada pelo Tribunal de Justiça (TJ) do Amazonas a pagar indenização de R$ 20 mil ao consumidor por racismo. O passageiro iria viajar para Recife para comparecer ao funeral de sua mãe.   

Esta discriminação racional ocorreu por parte de uma funcionária da +GOL Linhas Aéreas Inteligentes  no @Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, no ano de 2011.


A empresa +GOL Linhas Aéreas Inteligentes ainda foi condenada pelos danos materiais no montante de R$ 1.842,22.

Segundo a nota publicada no site do TJ, o consumidor encontrou dificuldades para comprovar a transação feita pelo cartão de crédito do chefe no mesmo dia da viagem. Motivo pelo qual lhe impossibilitou de entrar no voo.

"Quando virou as costas, ouviu a funcionária proferir ofensas discriminatórias, na frente de outros passageiros, dizendo: 'tinha que ser preto mesmo'", informa a nota no site do TJ.

Procurada, a Gol informou que só se manifestará na Justiça.

Fonte: @IG

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