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  • Desemprego X Financiamento de Veículos e Imóveis

    São alarmantes as informações disponíveis em relação ao desemprego e consumidores com financiamento de veículos e imóveis em atraso. Recentemente, foi veiculado nos principais sites de notícias do Brasil, que segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 13 milhões de brasileiros estão desempregados.

    Ocorre, que incentivados por forte investimento em marketing e propaganda por parte dos bancos e financeiras, milhões desses brasileiros realizaram financiamentos de veículos e imóveis.

    Nesta direção, segundo a Serasa Experian, o número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61,8 milhões em junho deste ano, tratando-se, da quinta alta mensal seguida, e do maior patamar desde o início da pesquisa, em 2016.

    Inadimplentes no Brasil

    Em milhões
    Desemprego X Financiamento de Veículos e Imóveis
    Ainda segundo a pesquisa, alguns estados do Norte como Roraima, Amapá e Amazonas apresentam uma maior taxa de inadimplência, que ultrapassa os 50% da população adulta, enquanto que os consumidores que moram no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraíba não chegam aos 35%.

    Na análise por produtos, apesar de as dívidas atrasadas com bancos e cartões de crédito terem o maior peso, os problemas com financiamento de veículos e imóveis aumentou.

    Assim, nos casos de desemprego e financiamento de veículos e imóveis em atraso, é imperioso que os consumidores saibam que: não são apenas deveres que os mesmos possuem, os mesmos também possuem direitos que podem estar sendo violados.
    Sem modéstia nenhuma, a principal problemática enfrentada pelos consumidores que estejam com financiamentos em atraso, é a cobrança de honorários de advogados, taxas, multas e juros abusivos, ainda na esfera administrativa da cobrança da dívida, onde por sinal, na grande maioria, não tem respaldo contratual.

    Popularmente, acredita-se que após 03 parcelas do financiamento em atraso, o bem poderá ser retomado pelos bancos e financeiras, mas em verdade, após 01 única parcela em atraso, este direito já assiste aos credores (bancos e financeiras), que podem iniciar com processos de busca e apreensão de veículos e/ou de execução de contratos.

    Por estes motivos, saiba que são inúmeras as possíveis irregularidades cometidas por parte dos bancos e financeiras nos contratos de financiamento de veículos e imóveis, assim, todos os consumidores que estejam passando por estes problemas podem se beneficiar de algumas possibilidades como: evitar que os veículos e/ou imóveis sejam levados à leilão, recuperar os veículos indevidamente apreendidos, recuperar valores cobrados indevidamente ao longo das prestações pagas, serem ressarcidos por eventuais danos sofridos, como: danos materiais, dados morais, suspender ações de busca e apreensão de veículos, etc.

    Por fim, não importa se o consumidor desempregado com financiamento de veículo e/ou imóvel em atraso esteja no Acre, Rio Branco, Alagoas, Maceió, Amapá, Macapá, Amazonas, Manaus, Bahia, Salvador, Ceará, Fortaleza, Distrito Federal, Brasília, Espírito Santo, Vitória, Goiás, Goiânia, Maranhão, São Luís, Mato Grosso, Cuiabá, Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Minas Gerais, Belo Horizonte, Pará, Belém, Paraíba, João Pessoa, Paraná, Curitiba, Pernambuco, Recife, Piauí, Teresina, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rondônia, Porto Velho, Roraima, Boa Vista, Santa Catarina, Florianópolis, São Paulo, São Paulo, Sergipe, Aracaju, Tocantins ou Palmas, pois, através do Direito é possível evitar uma série de abusos cometidos por bancos e financeiras neste momento.

    Fonte: Advogados - Advluz.com | acesso as 16:30 em 17/08/2018
    <https://www.advluz.com/2018/08/desemprego-x-financiamento.html>
  • [Advluz] - Dívidas: Aprenda em 7 passos como negociar

    Dívidas
    Aprenda como negociar dívidas em 7 passos. Isso mesmo, embora possuir dívidas possa parecer algo complexo de se resolver, com essas dicas de ouro você vai aprender como negociar suas dívidas em 7 passos.

    7 passos para aprender negociar dívidas

    Antes de adentrarmos no passo a passo de como negociar dívidas, saiba que ter o nome sujo é mais prejudicial do que você imagina, por este motivo, é importante que você saiba da recente decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que por maioria dos votos decidiu em julgamento de recurso especial (Resp) 1316117, que, vencida e não paga a dívida, inicia-se no dia seguinte a contagem do prazo de cinco anos para a permanência do nome dos devedores em cadastros de proteção ao crédito, como: SPC Brasil e Serasa Experian, independente da data em que o credores (Bancos, Financeiras, Lojas) efetivaram a inscrição do nome do consumidor nos respectivos bancos de dados.

    Assim, mesmo que você possua uma dívida muito grande e considere impagável por conta das suas condições financeiras, não se preocupe, neste texto vamos fornecer 7 passos importantes que você deverá seguir para negociar suas dívidas e limpar seu nome em pouco tempo.

    Definição de Dívidas

    Dívida é uma obrigação que um pessoa tem de pagar, reembolsar ou satisfazer o pagamento (geralmente em dinheiro) a outro sujeito. Relativamente as pessoas físicas e jurídicas, que trataremos neste artigo, as dívidas são contas a pagar que podem ser contraídas quando o sujeito pede um empréstimo ou quando adquire produtos (ou bens) em prestações.

    "O mais importante para não se ter problemas com dívidas é não contraí-las".

    Saiba o valor exato das dívidas: 1º Passo

    Chegou a hora de obter informações precisas e verdadeiras com relação as suas dívidas, por este motivo, mapeie todas as suas dívidas em fontes confiáveis e junto aos seus credores (bancos, financeiras, lojas, etc.).

    Destaca-se que, nem todas as dívidas que estão registradas na SPC Brasil estarão registradas na Serasa Experian e visse versa, pois, os bancos de dados são totalmente diferentes, assim, o seu primeiro passo é consultar seu nome junto as duas empresas, para poder saber quais dívidas estão sujando seu nome.

    Também é imperioso destacar que além do julgado acima, o artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor, é taxativo no sentido da obrigação do nome do consumidor dever ser excluído dos cadastros negativos após 5 anos, mesmo que a dívida não tenha sido quitada, assim, é importante que se verifique a data em que sua dívida deixou de ser paga.

    Dívidas próximas do prazo de exclusão dos cadastros de negativação de crédito são mais simples de negociar e obter desconto.

    Não tenha medo ou vergonha de negociar suas dívidas, e não aceite receber ameaças, caso você seja ameaçado(a) através de ligações de cobrança, procure uma delegacia de polícia mais próxima de você e denuncie.

    Demonstre interesse em quitar suas dívidas: 2º Passo

    Se antecipe, realize o primeiro contato com os credores demostrando seu total interesse em quitar suas dívidas. Hoje, quando você começa consultar suas dívidas de forma on-line e/ou presencial as empresas já ficam sabendo que você está com interesse em efetuar o pagamento das mesmas e já vão começar enviar propostas para você quitar, através do seu e-mail, telefone ou endereço.

    Preste muita atenção nas propostas formuladas pelas empresas de cobrança intermediárias, uma dica importantíssima é sempre ir no endereço da empresa, antes de iniciar qualquer negociação, não aceite negociar por telefone e/ou e-mail.

    Caso você tenha tempo disponível, não deixe de se deslocar até os escritórios das empresas de proteção ao crédito (SPC Brasil e Serasa Experian), para solicitar os dados de contato do credor que inscreveu sua dívida nos respectivos bancos de dados.

    Seja um Negociador de Dívidas: 3º Passo

    Jamais, sobre hipótese nenhuma, aceite a primeira proposta do credor, com informações precisas sobre sua dívida, chegou a hora de se tornar um negociador, lembre-se sempre da data em que você deixou de pagar a dívida, e, caso esteja próxima do período de 5 anos, ou seja, próxima da exclusão do registro de negativados, maior será o seu poder de negociação.

    Utilize todo o seu poder de argumentação, com informações verdadeiras sobre suas dívidas, com o cálculo do valor real da mesma, exponha o valor que você obteve para o credor, e jamais aceite pagar juros abusivos, demostre que você tem conhecimento necessário de seus direitos, informe que sua dívida tem prazo para sair dos bancos de dados de negativação (SPC Brasil e Serasa Experian).

    Busque sempre pagar a prazo e sem juros abusivos, isso fará com que o credor, ofereçam um bom desconto para o pagamento à vista.

    Sempre tenha em mente quais são os juros praticados pelo mercado para a modalidade de dívida que você está negociando, pois, pode ser uma boa opção pegar empréstimo com juros menores para quitar a dívida à vista.

    Pague a Primeira Parcela da Dívida negociada: 4º Passo

    Pagando pela primeira parcela da dívida negociada, obrigatoriamente, seu nome deverá sair da lista de negativados em até 5 dias úteis. Assim, mesmo que você momentaneamente não possua todo dinheiro para quitar as  demais parcelas da dívida, você ganhará um fôlego para correr atrás de melhores alternativas para realizar a quitação definitiva da mesma.

    É imperioso destacar que, caso você não pague as outras parcelas, seu nome poderá voltar ao cadastro de negativados em 35 dias, então, use esse período de nome limpo para encontrar melhores alternativas para quitar as próximas parcelas, caso esteja desempregado, corra atrás de um trabalho.

    Assim, após ter efetuado o pagamento da primeira parcela da dívida negociada e sair dos cadastros de proteção ao crédito (SPC Brasil e Serasa Experian), chega o momento em que você precisa criar estratégias para quitar o restante da dívida, outra boa estratégia é aproveitar o nome limpo para buscar por empréstimos sem a existência de juros abusivos.

    Não Aceite Qualquer Proposta para quitação da dívida: 5º Passo

    Como informado anteriormente no 3º Passo, jamais aceite a primeira proposta do credor (banco, financeira, loja, etc.), procure ter o controle da negociação, permita que o credor fale tudo o que desejar, preste bastante atenção, ouça as propostas, anote todas as informações relevantes, agradeça e não feche nenhum acordo. Informe que você vai pensar sobre as propostas e retornará o contato.

    Retorne o contato para o credor (banco, financeira, loja, etc.), na data combinada, informe que a proposta está e/ou não dentro de suas possibilidades de pagamento e solicite novas propostas caso sentir necessidade, repita esta estratégia até que o credor (banco, financeira, loja, etc.), chegue ao valor que você julgue ser correto. Não chegando a um valor correto, siga as orientações do 6º Passo abaixo.

    Realize uma Contraproposta para quitação da Dívida: 6º Passo

    Geralmente, aguardar para realizar um acordo no tempo certo costuma ser recompensador, pois, neste momento você já sabe qual é a melhor proposta do do credor (banco, financeira, loja, etc.), assim, chegou a sua hora de enviar uma contraproposta, dentro da sua capacidade de pagamento.

    Lembre-se de jamais realizar uma contraproposta que prejudique o seu sustento ou o sustento de sua família, afinal, você está fazendo de tudo para negociar a sua dívida.

    Embora essa estratégia de negociação de dívida seja cansativa e um pouco demorada, o resultado costuma ser satisfatório.

    Conheça o serviço de um advogado especializado: 7º Passo

    Um advogado especializado pode facilitar a vida de pessoas e empresas, que por qualquer motivo que seja, precisam de alguém experiente e de confiança para estar a frente das negociações.

    Seja por falta de experiência, seja por problemas pessoais, seja por não desejar ficar recebendo inúmeras ligações de cobrança e/ou por qualquer outro motivo, não se preocupe, um advogado especializado em renegocião de dividas é o correto para estar lhe ajudando

    Assim, caso você está querendo quitar suas dívidas, recomendamos que você converse com um advogado especializado no assunto, pois, são inúmeras as irregularidades que podem ser encontradas na cobrança de dívidas.

    Conclusão

    Antes de negociar dívidas, se faz necessário que o devedor tenha ciência de todas as informações relativas sobre as mesmas e consequentemente da sua capacidade de pagamento, isso poupará o desperdiço de tempo, e manterá o foco do mesmo nos acordos e nos valores desejados.

    Por fim, não importa se você tem dívidas no Acre, Rio Branco, Alagoas, Maceió, Amapá, Macapá, Amazonas, Manaus, Bahia, Salvador, Ceará, Fortaleza, Distrito Federal, Brasília, Espírito Santo, Vitória, Goiás, Goiânia, Maranhão, São Luís, Mato Grosso, Cuiabá, Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Minas Gerais, Belo Horizonte, Pará, Belém, Paraíba, João Pessoa, Paraná, Curitiba, Pernambuco, Recife, Piauí, Teresina, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rondônia, Porto Velho, Roraima, Boa Vista, Santa Catarina, Florianópolis, São Paulo, São Paulo, Sergipe, Aracaju, Tocantins ou Palmas, pois, o serviço advogados online está disponível para todo o Brasil.

    Fonte: Advogados - Advluz.com | acesso as 16:00 em 13/08/2018
    <https://www.advluz.com/2018/08/dividas-aprenda-em-7-passos-como-negociar.html>
  • Blindagem Patrimonial: Entenda como Funciona

    Blindagem Patrimonial: Entenda como Funciona: a blindagem patrimonial é um conjunto de estratégias LEGAIS que podem ser aplicadas de modo prévio às operações empresariais, com o fito de proteger o patrimônio do empresário.

    blindagem patrimonial é uma forma legal, utilizada para estimular empresários a realizar investimentos em novas empresas e empreendimentos sem por seu patrimônio em risco, inclusive a legislação de todos os países desenvolvidos e civilizados do mundo restringe a responsabilidade do empresário pelos riscos do negócio.

    Por que blindar o patrimônio?

    Blindar o patrimônio do que? Os bens móveis e imóveis de um empresário ou família estão sempre sujeitos a ações judiciais. 

    Questões trabalhistas, fiscais, tributárias (em razão da legislação complexa e instável), riscos familiares (ex: casamentos mal sucedidos que originam divórcio e partilha) ambientais (multas exacerbadas), riscos societários etc.

    Constituição legal da blindagem patrimonial 

    blindagem patrimonial, configura-se com a transferência do patrimônio do empresário para uma pessoa jurídica. Assim, é recomendado que se crie uma empresa, um processo de abertura de uma empresa como outra qualquer, neste caso, uma Holding, que será uma sociedade gestora de participações em bens móveis e imóveis ou até em outras empresas se for o caso. 

    Após criada a empresa (Holding), esta será administradora dos bens ou das demais empresas, sendo que os bens do empresário deverão ser transferidos e se incorporarão ao patrimônio desta, de modo que, não sofrerá as intervenções externas já citadas. 

    Observe-se que embora típica em grandes corporações, não há qualquer vedação para que uma Holding seja utilizada por empresários de pequeno porte por exemplo ou até por pessoas físicas.
    Para que a blindagem patrimonial seja lítica, é necessário que essa estrutura jurídica seja concretizada de modo preventivo, e desde que o empresário não tenha nenhum tipo de débito anterior, seja ele tributário, trabalhista, ambiental, etc. Caso assim seja feito, os bens particulares do sócio empresário não serão atingidos por eventuais credores, assim, o patrimônio deste não será perdido, em regra.

    Sendo assim, a responsabilidade dos sócios fica limitada ao montante atribuído por ele ao capital social da sociedade, de modo que seu patrimônio pessoal não esteja sujeito aos riscos do mercado e do negócio. Ou seja, a limitação da responsabilidade é uma ferramenta legal para estimular o investimento e alavancar a atividade econômica. 

    O que uma blindagem patrimonial não é?

    O objetivo de uma blindagem patrimonial não é o de burlar a legislação ou muito menos de inadimplir débitos existentes, embora muitos empresários e políticos, atualmente utilizam-se da blindagem indevidamente para meios obscuros e ilegais, como por exemplo, não pagar suas dívidas tributárias ou trabalhistas. Quando a blindagem é utilizada sob o pretexto de fraudes, obviamente que a lei repele tal intenção.

    Conclusão

    Embora haja uma distorção em relação à blindagem patrimonial, inclusive muitos profissionais são por vezes mal compreendidos e acusados de promover mecanismos que visam burlar a lei, a estrutura da blindagem patrimonial é fornecida pela própria legislação atual e se feita nos limites da desta, é lícita e previne perdas patrimoniais, sendo uma excelente opção para que empresários e até pessoas físicas blindem seu bens e patrimônios.

    Fonte: Advogados Luz - Advluz.com - acesso as 10:33 em 13/08/2018
    <https://www.advluz.com/2018/08/blindagem-patrimonial.html>
  • Constituição de Eireli por pessoas jurídicas: Entenda como funciona

    Constituição de Eireli por pessoas jurídicas
    Com a edição da Lei n° 12.441, publicada em 11 de julho de 2011, que criou a figura da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli), a grande controvérsia que surgiu foi sobre a possibilidade e/ou  não da constituição desse tipo de sociedade também por pessoas jurídicas.

    Mesmo de a lei sancionada no extinto governo de Dilma Rousseff não fazer qualquer distinção entre pessoas físicas e jurídicas, levando à conclusão lógica de que seria permitido às pessoas jurídicas constituírem tal tipo societário, o entendimento do Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI) - órgão subordinado à Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa - era contrária, levando a acreditar que apenas as pessoas físicas poderiam se usufruir do tipo Eireli.

    Entenda este caso:

    Ainda no ano de 2011, o então existente DNRC – Departamento Nacional de Registro do Comércio, ao regulamentar o tema da Eireli pela Instrução Normativa 117, adotou o entendimento de que a Eireli somente poderia ser constituída e titularizada por pessoas naturais, vedando a constituição por pessoas jurídicas. Este entendimento levou a diversos questionamentos e discussões judiciais, mantendo a polêmica em aberto.

    Já em 2013, com a substituição do DNRC pelo DREI – Departamento de Registro Empresarial e Integração, surgiu a expectativa de que, com a nova regulamentação do DREI, se autorizasse a constituição de Eireli por pessoa jurídica. Entretanto, o DREI, através da Instrução Normativa 10/13, em seu anexo V (Manual de Registro de Eireli), manteve o entendimento anterior do DNRC, vedando às pessoas jurídicas a condição de titular de Eireli. Com isso, continuaram as discussões e medidas judiciais em relação ao tema.

    Essa controvérsia gerou mais uma vez inúmeras ações judiciais propostas por empresas visando à utilização do tipo societário em questão e a discussão permanecia viva.

    Ocorre, eis que surge a acertada solução, nesse início de 2017, surge a tão esperada novidade a respeito dessa polêmica. Através da Instrução Normativa 38, que conforme os dados divulgados pelo site do DREI, já está em vigor, o DREI alterou seu entendimento acerca do tema, deste modo, a nova redação do item 1.2.5 ("Capacidade para ser titular de Eireli") do Manual de Registro, em sua alínea "c", prevê expressamente que pode ser titular de Eireli a pessoa jurídica nacional e/ou estrangeira.

    Por este motivo, mais uma grande discussão prática sobre o tema da Eireli se findará, oferecendo maior segurança jurídica aos empreendedores.

    Agora, as pessoas jurídicas podem melhor se organizar a partir da utilização desse tipo societário, que poderá ser voltado para individualização das unidades de negócios e segregação de riscos.

    Fonte: Advogados Luz - Advluz acesso as 10:11 em 13/08/2012
    <https://www.advluz.com/2018/07/constituicao-de-eireli.html>
  • [Advluz] - Melhores Advogados do Brasil

    Melhores Advogados do Brasil
    O site Advluz.com conecta sua empresa e/ou sua família aos melhores advogados do Brasil, profissionais especializados em diversas áreas de atuação do Direito.

    Aqui, sua empresa e sua família sempre poderão solicitar gratuitamente propostas de especialistas, e/ou receber atendimento de advogados Online interessados em ajudar, 24 horas por dia.

    Acre
      Alagoas
        Amapá
          Amazonas
            Bahia

            Pernambuco
              Piauí
                Rio de Janeiro
                Fonte: Advogados - Advluz.com | acesso em 08/08/2018 as 15:00
                <https://www.advluz.com/2008/08/advogados.html>
              • [Advluz] - Advogados para empresas: Saiba como advogados podem ajudar!

                Advogados
                Advogados para empresas: vamos supor que sua empresa está na metade do caminho, nem grande, nem pequena, média. Este feito já é um ótimo avanço, pois, inúmeras dificuldades ao longo do percurso já foram superadas com importantes atitudes. Entretanto, você sabe que sua empresa pode mais, ou melhor, ela sempre vai poder mais, e você já sabe disso.
                “Não importa o quão rápido você anda, mas a força de vontade para nunca parar” –Confúcio

                O crescimento de qualquer empresa precisa ser planejado e gradual, para atender maiores e melhores demandas, e, para se manter o padrão de qualidade e atendimento. Por este motivo, nada melhor que um passo de cada vez, com estratégias e pensamentos equilibrados.

                Nessa longa jornada, nenhuma empresa deseja ficar estagnada. O sucesso está logo ali na frente, e, para conquista-lo, nada melhor do que ter uma ferramenta eficiente como a motivação.

                Advogados para empresas

                Assim que os poderes aumentam, as responsabilidades seguem aumentando, quanto maior é o tamanho da sua empresa, mais encargos e tarefas vão surgindo.

                Contudo, para gerenciar o crescimento da empresa, das demandas, dos riscos das operações é indispensável ter uma gestão jurídica alinhada com os objetivos da mesma, assim, nada melhor do que poder contar com Advogados Online, pois, a tendência é que apareçam cada vez mais problemas para que a empresa possa manter-se operando e lucrativa.

                Além do crescimento dos poderes e das responsabilidades, os gestores não precisam se transformar em super heróis, que obrigatoriamente precisam saber de tudo e dar conta de tudo, pois, hoje já é possível terceirizar boa parte das responsabilidades através dos nossos serviços para empresas.

                Sem ilusionismos ou poderes extraordinários, apenas com planos e estratégias jurídicas simples, com foco no crescimento de longo prazo, com a máxima segurança jurídica possível.

                Soluções nem pequenas, nem grandes

                Soluções nem tão pequenas que possam ser feitas por qualquer pofissional e nem tão grandes para conseguir contar com um capital humano extenso.

                Sim, podemos afirmar que essa é uma das principais barreiras que seguram o avanço das empresas no Brasil, pois, os gestores acabam pensando que podem fazer tudo sozinhos e/ou que precisam de muitas pessoas para fazer o que é simples. 

                Ocorre, que o que liga as duas extremidades, o pequeno para o grande, é uma linha reta, simples e objetiva, o pequeno e o grande, já existem, e, o passaporte não é secreto, não é complexo e nem está camuflado.

                A solução para não ficar estagnado nas próprias limitações

                Através da pesquisa do Insper/Santander, o índice de confiança das empresas com negócios de pequeno e médio porte subiu cerca de 9% para o último trimestre de 2017. A confiança está recuperando-se aos poucos e o cenário tende a melhorar bastante nos próximos meses.

                As empresas estão crescendo. Elas superam as suas expectativas e você não merece ser limitado por nenhum tipo de retenção.

                É justamente por este motivo que oferecemos serviços para empresas para ampliar sua capacidade de gestão, ajudar a gerenciar melhor os riscos jurídicos do negócio, ainda, lembrar você do que não pode ser esquecido na gestão empresarial.

                Serviços para empresas

                As contas a pagar estão crescendo, e as contas a receber nem tanto?

                As obrigações legais não param de aumentar, assim como as cobranças?

                E sua empresa se perguntando como lidar com tudo isso sem fechar as portas e/ou perder o controle da situação.

                O serviço Advogados Online nasceu para simplificar e organizar toda a gestão jurídica da sua empresa. Você conhece os melhores advogados do Brasil

                Com o serviço Advogados Online é possível levantar informações importantes de forma rápida e eficiente, assim, saímos na frente, e com isso sua empresa fica sabendo de tudo, com até 15 dias de antecedência.

                Conforme as demandas aumentam, nossos serviços para empresas mostram-se mais e mais úteis.

                Por fim, oferecemos serviços sobre medida para cada cliente, e, além de tudo, são muitas as possibilidades apresentadas por nós. Para nos conhecer melhor e saber tudo o que podemos fazer por você, clique aqui e conheça nossos serviços para empresas.

                Fonte: Advogados - Advluz.com | Acesso em 06/08/2016 as 19:00
                <https://www.advluz.com/2018/08/advogados-para-empresas.html>
              • [Advluz] - Cláusulas abusivas nos contratos de alienação fiduciária

                Cláusulas abusivas nos contratos de alienação fiduciária
                Embora já tenhamos inúmeras publicações que versem sobre as cláusulas abusivas nos contratos de alienação fiduciária, não poderíamos deixar de registrar este desabafo, pois, há alguns dias atrás foi veiculada uma noticia sobre a aplicação de multa milionária em desfavor da Cetelem, instituição financeira que por diversas e reiteradas vezes inseriu cláusulas abusivas em seus contratos de alienação fiduciária.

                Assim foi veiculada a notícia:
                Banco deve pagar multa milionária por cláusulas abusivas em contrato com os clientes

                A 2ª turma do STJ manteve a cobrança de uma multa de R$ 3 mi, estipulada por decisão do TJ/MG, ao banco Cetelem, por cláusulas abusivas em contratos com os clientes da instituição financeira.

                A multa administrativa foi aplicada pelo Procon estadual após o banco se negar a assinar TAC. O órgão entendeu que ocorreram cobranças indevidas que variavam de R$ 0,15 a R$ 2,00, como tarifa de administração, taxa de emissão de boleto bancário, tarifa de débito em conta-corrente, envio de produtos e serviços sem solicitação do consumidor, entre outros.

                Fonte: Migalhas
                As cláusulas abusivas nos contratos de alienação fiduciária não são  novidade, entretanto, sem modéstia nenhuma, a maioria dos processos judiciais que estão parados hoje, nas Cortes Superiores, envolvem bancos e financeiras.

                Assim, o que devemos nos perguntar é: 
                Até quando os estados e municípios vão movimentar a máquina pública gratuitamente em benefício dos bancos e financeiras? 
                Desde quando que os bancos e financeiras estão utilizando estas cláusulas abusivas como fator de mercado, se utilizando desta estratégia para escravizar o povo brasileiro e garantir altos índices de lucro?
                Não podemos ser passivos com estas práticas, não devemos pagar por aquilo que não devemos, precisamos ter acesso irrestrito aos nossos direitos! 

                Por fim, caso suas empresa e/ou família estejam se sentindo lesados, não tenham meno de questionar seus contratos, notifiquem as instituições financeiras sobre o que vocês não estão concordando, não aceitem pagar por aquilo que vocês não devem e/ou aquilo que não está nos contratos, pois, sempre existirão meios para formalizar um bom acordo.

                Fonte: Advogados - Advluz.com | acesso em 02/08/2018 as 15:48
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